Sem bengala e com olhos vãos
ia o cego perdido na escuridão...
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
MIRADA
Angelise Fagundes (em 12 de maio de 2011)
Hoje vi uns olhos diferenes
olhos de olhar para dentro
vi uns olhos perdidos no firmamento.
vi uns olhos perdidos
apoiados nos olhos alheiros
vi uns olhos pedindo
calma ao companheiro
vi olhos que gritavam
a minha cegueira em plena avenida
minha cegueira sentida.
sábado, 14 de maio de 2011
Sempre tive para mim, como professora, que nunca seria capaz de ensinar nada do que sei para ninguém. O que aprendi e da forma que aprendi é muito meu. "Egoisticamente" meu! O conhecimento é intrasferível! O máximo que posso fazer é provocar o outro - aprendiz em minhas mãos - a buscar qualquer coisa que seja conhecimento. Motivá-lo, nesta busca, a ser um egoista também.
http://www.youtube.com/watch?v=_OsYdePR1IU
http://www.youtube.com/watch?v=_OsYdePR1IU
obs.: Não interprete ao pé da letra este egoísta... não quero um aluno egoísta. Isso seria péssimo. Eu quero um aluno inquieto por saber mais e mais... E se ainda continuar em dúvida quanto ao que eu REALMENTE quiz dizer, me escreva... mas não julgue. Julgar também é péssimo!
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