Vestida esperança
desabrocho uma rima
para enfeitar o verso que anda torto.
É tempo de derrubar as folhas das árvores do corpo
renovar desejos em ventanias de outono
E ir, simplesmente ir inverno a dentro
garimpeira de mim.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
terça-feira, 10 de abril de 2018
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