O tempo e suas tempestades nos fazem ver a alegria que habita em nós, às vezes adormecida no cotidiano dos passos. É preciso ser gigante agora, fazer o bem agora, amar agora, gritar e chorar agora, dizer sem ferir agora. Ser o que se é agora! O amanhã caminha passos lentos.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
quarta-feira, 14 de março de 2012
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