Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
quarta-feira, 31 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010



quinta-feira, 25 de março de 2010
As primeiras aulas na Argentina foram de tirar o fôlego. Literatura aqui tem outra conotação. É papo sério! Não que no Brasil não seja, não que na UFSM não seja. É, sem sombra de dúvidas. Mas aqui a teoria acompanha o texto, salienta-se de uma outra forma. As classes de literatura são o conúbio entre prazer e trabalho. Ou melhor, um trabalho árduo que gera o prazer de conhecer mais. Nas aulas, o aluno é peça chave. O aluno tem voz. Participa... E eu estou feliz da vida com isso!terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
De todas as experiências que um intercambista passa, a de estar longe da família é a mais dolorosa. A voz do outro lado da linha é um abraço caloroso. Inevitável, às vezes, impedir uma lágrima que teima em chamar a gente para o nosso mundo, a nossa realidade, as nossas paixões, saudades, memórias. É um momento único de reflexão. E uma oração abranda a alma. Diante deste distanciamento todo, que não é só geográfico, há momentos em que o valor de um abraço comove a gente. Eu nunca havia ficado longe dos meus, eu nunca havia passado um aniversário sem o calor da família. Aqui, se descobre o verdadeiro significado desses laços de amor. E "todo cambia", como cantou "La Negra" Mercedes Sosa: "cambia la forma de pensar, todo cambia neste mundo". Agora, intercambista. Agora, 27. Agora, outra do outro lado da linha divisória.
CUMPLE BILINGÜE
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
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Al leer los textos críticos sobre la producción ficcional de Mario Vargas Llosa, lo que se percibe es su fabuloso mundo de creación. Marcada...
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Tenho bordado como quem procura compreender a vida vou desenhando sobre o algodão cru pontos coloridos ni siempre perfectos a veces, perdido...
