Angelise Fagundes
Tirei o pó das tuas cordas silenciadas
minha voz não saiu
mas eu pude escutar a presença iluminada
que passados vinte anos
da ponta dos meus dedos não partiu.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
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