Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Pequeno conto de quem caminha
Estação São Luis. Canoas. Verão. Parado na plataforma, um cego e seu tique esperam o surb. Passo a frente e acompanho o andar medido do jovem: cabelos loiros, alto, olhos vãos. Ao lado, observo cada gesto como quem olha um pássaro ferido. ...
Fraqueza dos meus olhos. Não viram a alma livre que habita a mão sobre a bengala.
Constatação II
by Angelise Fagundes
Dura realidade a dos apartados:
sempre um pouco de ti
sempre um pouco de mim
sempre algo nosotros.

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