"De ontens e de mins" - para uma poesia do presente
Minha infância tem o movimento dos rios, de peixes e pandorgas
tem Cinco Marias pescadas no céu de muitas histórias.
Tempo de alegrias e videogames, meus passos de menina
correm pega-pega a rua de minha casa...
correm bonecas,
rolimãs e carrinhos formados de vento.
Minha infância tem cheiro de comidinha de faz de conta
tem roupas de mãe ...
futuros sonhados em passos de vir a ser.
Foi na bicicleta de minha infância
que me descobri,
primeira vez,
criança-alada.
Angelise Fagundes, poesia escrita durante a a formação do PNAIC, na UFSM, em maio de 2013.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
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