domingo, 6 de abril de 2014

De céus, estrelas e um punhado de incertezas

Angelise Fagundes

Meu tempo anda ruminante...
Volta e meia me puxa a manga da camisa
Me faz girar o corpo nos calcanhares
Eu olho o céu e olho os meus pés
Há um infinito entre o que somos
Carne e espírito - Corpo de vento

Meu tempo anda ruminante...
Me faz olhar o atrás, me faz perceber o avante
E teima em discutir com meus pormenores

Nas ruminanças entre o que somos
Decidi ser rio
Google Imagens

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Constatação

Tenho gostado de mais  de pessoas que  me gostam de menos:  Nunca fui boa em matemática.