O poema me engole
mastiga minhas entranhas
de mim, leva
o vento para
o contraponto do verso.
Mais forte
o poema move a tinta
no branco do papel.
Se inscreve, me escreve, me revela
come minhas mazelas
e vai para o rodapé ruminar incertezas.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
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