Uma vez por dia tento me ver melhor
busco meu olhar perdido entre fraldas e brinquedos
e me digo, ensimesmada,
aproveita.
Logo ali o tempo é saudade de menino entre os tapetes,
cambaleando primeiros passos
Logo mais o colo apequena e as mãos crescem
Logo, logo o mundo é infinito e tu, pouso.
Tu sempre serás porto, abrigo, imensidão - poesia.
Lentamente eu me olho
dona de minhas escolhas
meu olhar perdido encontra abrigo nas bolitas castanhas de meu filho, tão minhas
e já sou outra, tantas, inúmeras
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
domingo, 1 de dezembro de 2019
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