Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Angico
Confissão
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Poesia para um amor que nunca morre
domingo, 5 de outubro de 2025
terça-feira, 6 de maio de 2025
Bordado
Tenho bordado como quem procura compreender a vida
vou desenhando sobre o algodão cru pontos coloridos
ni siempre perfectos
a veces, perdidos
firmo o ponto, refaço contornos
perco a mão, a linha
o nó atravessa o tecido que me reveste de mim
judia... esgarça a fibra, desalinha.
E neste bordado da vida tenho aprendido a desamarrar fios
verificando os avessos, cuidando os detalhes, os pormenores dos acabamentos
tecendo um pouco de mim,
bordo y desbordo vivencias
quarta-feira, 17 de maio de 2023
Pai e filha
Entre meus dedos
visualizo tua memória
as cores desbotaram as narrativas
há relatos em sépia
e um amor indescritivel que perpassa o tempo
é no poema que nos encontramos há anos
é no poema que nos celebramos
é no poema, fotografia das nossas histórias,
que existimos
quarta-feira, 19 de abril de 2023
Os fantasmas
Os fantasmas me
espreitam na entrada
da noite
assombram-me com
suas vozes e palavras
de espanto
fragilizam-me o
quanto podem
até vencerem-me pelo cansaço
Eu adormeço
de mãos dadas com
meus medos.
A mémória (II)
A memória
da minha infância
é tecida de palavras
e esquecimento:
um pouco de mim
metade de outros.
Constatação
Tenho gostado de mais de pessoas que me gostam de menos: Nunca fui boa em matemática.
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Al leer los textos críticos sobre la producción ficcional de Mario Vargas Llosa, lo que se percibe es su fabuloso mundo de creación. Marcada...
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