De longe tudo parece ter outra dimensão. Coisas minúsculas vão muito além da sua miudeza - viram muralha, campo de batalha, guerra, arma, canhão. E as palavras já não bastam para que o coração volte ao mesmo (des)compasso. De longe tudo está longe demais.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
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Tenho bordado como quem procura compreender a vida vou desenhando sobre o algodão cru pontos coloridos ni siempre perfectos a veces, perdido...
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