O tempo é outro. A sociedade move-se na rapidez das novas tecnologias de informação e comunicação e, nesse universo, o livro sobrevive com suas longas páginas, seus infinitos capítulos - suas descrições, sua demora. O mundo é outro. O homem é outro. Mas o viajar sem sair do lugar que o livro proporciona permanece inalterável.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
domingo, 27 de março de 2011
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Constatação
Tenho gostado de mais de pessoas que me gostam de menos: Nunca fui boa em matemática.
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Al leer los textos críticos sobre la producción ficcional de Mario Vargas Llosa, lo que se percibe es su fabuloso mundo de creación. Marcada...
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