Deixo os meus ais
aos desafortunados
somente eles conseguirão germinar
as minhas desesperanças.
By Angelise Fagundes, caminhando aos 14 dias de outubro pela Rua do Acampamento. Aliás, a Acampamento e suas calçadas são ponto de encontro de poetas.
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
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