Há na janela uma flor contanto as horas
borboleteando esperanças
carente das demoras
Ao longe, a verde verve do poema
iluminando instâncias...
Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Al leer los textos críticos sobre la producción ficcional de Mario Vargas Llosa, lo que se percibe es su fabuloso mundo de creación. Marcada...
-
Tenho bordado como quem procura compreender a vida vou desenhando sobre o algodão cru pontos coloridos ni siempre perfectos a veces, perdido...
Nenhum comentário:
Postar um comentário