Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Pequeno conto de quem caminha
Estação São Luis. Canoas. Verão. Parado na plataforma, um cego e seu tique esperam o surb. Passo a frente e acompanho o andar medido do jovem: cabelos loiros, alto, olhos vãos. Ao lado, observo cada gesto como quem olha um pássaro ferido. ...
Fraqueza dos meus olhos. Não viram a alma livre que habita a mão sobre a bengala.
Constatação II
by Angelise Fagundes
Dura realidade a dos apartados:
sempre um pouco de ti
sempre um pouco de mim
sempre algo nosotros.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Poeminha de verão
Ao pé da árvore
a menina lê as lições
do jovem príncipe
anseia por tempo bom...
sonha...
enquanto as folhas
desenham caminhos
sobre seus olhos vãos.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Poeminha de final de ano...
Cortar o tempo
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.
Carlos Drummond de Andrade
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
3ª Feira do Livro de DiLERmando de Aguiar
"Há poemas que demoram muito para serem escritos
um deles se chama Feira do Livro"
Eu, Bea e Laura guarany
Casa do Poeta de Santa Maria e São Pedro do Sul
Patrono Chico Sosa
Grupo de Teatro SMEC
Prefeito, 1ª Dama, Patrono, SMEC, Patrão CTG Herdeiros da Tradição, Camarguinho, Sr. Avelar Teixeira, Francisco Jr.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Giannini
Angelise Fagundes
Tirei o pó das tuas cordas silenciadas
minha voz não saiu
mas eu pude escutar a presença iluminada
que passados vinte anos
da ponta dos meus dedos não partiu.
Tirei o pó das tuas cordas silenciadas
minha voz não saiu
mas eu pude escutar a presença iluminada
que passados vinte anos
da ponta dos meus dedos não partiu.
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Constatação
Tenho gostado de mais de pessoas que me gostam de menos: Nunca fui boa em matemática.
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Al leer los textos críticos sobre la producción ficcional de Mario Vargas Llosa, lo que se percibe es su fabuloso mundo de creación. Marcada...