Durante o intercâmbio estudantil (bem verdade, durante toda a vida) descobrimos quem são os amigos que temos - aqueles que não são os momentaneos companheiros de classe, nem os que se juntam para fazer um trabalho ou outro, nem aqueles que só são amigos de comidas e bebidas "eventuais". Descobrimos os "amigos de verdade", por mais usual e "démodé" que seja esse rótulo, porque esses são presença absoluta no dia-a-dia da gente. Fazem falta. Diante desta revelação, em contrapartida, vivenciamos o movimento da vida, o giro no círculo das amizades: novos amigos, quiçá verdadeiros, se formam. E a gente passa a acreditar de novo que o mundo não anda tão perdido como se imaginava. 



Sou (ainda) mais caneta e papel na mão. Sou lápis borrando a folha, sou giz, sou "errorex", "toque mágico". Sou livro entre os dedos. Sou teclado, sou máquina de escrever, sou um "plin" ao final da linha. Sou nova lauda diante do erro. Sou eletrola, rádio de pilha, toca-fitas. Mas bah! Sou blog em meio às novas tecnologias.
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Al leer los textos críticos sobre la producción ficcional de Mario Vargas Llosa, lo que se percibe es su fabuloso mundo de creación. Marcada...
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Tenho bordado como quem procura compreender a vida vou desenhando sobre o algodão cru pontos coloridos ni siempre perfectos a veces, perdido...
Adorei!!!
ResponderExcluirNão sei como viverei sem as minhas meninas da RAE depois do intercâmbio...
Aqui fiz amigos que realmente levarei pra toda a vida!! Vão ter que me aturar muito ainda quando voltarmos ao Brasil eheheh
Beijos, Paulo.